Marca pessoal
Todo mundo tem desfile de 7 de setembro. Uma cidade tem plateia.
Em Maranguape, no Ceará, a Rua Major Agostinho enche pra ouvir a narração de @morganacamila. Um vídeo dela já passou de 2,5 milhões de visualizações.
7 de setembro de 2026
Em Maranguape, no Ceará, a Rua Major Agostinho enche pra ouvir a narração de @morganacamila. Desde 2018 ela narra o desfile cívico de 7 de setembro como quem narra final de campeonato, e dali saiu o bordão que virou música, virou clipe e virou estampa de blusa: arrasa na Major.
Um vídeo dela já passou de 2,5 milhões de visualizações. Uma narração sozinha fez 430 mil em pouco mais de um dia. É um desfile de escola disputando atenção com série, com jogo e com show.
No ano passado, o solado de uma porta-bandeira descolou no meio da marcha. Morgana tirou o chinelo do próprio pé e deu pra menina: "amanhã tu me dá". O desfile não mudou nada. O que mudou foi quem conta o que está acontecendo.
Por que isso importa pra quem faz marketing
O desfile de Maranguape não mudou de tamanho nem de orçamento: o que mudou foi quem narra, e isso é o argumento mais simples que existe a favor de marca pessoal. Uma pauta idêntica em duas mãos diferentes gera dois resultados de alcance completamente diferentes.
A aplicação prática vale pra qualquer negócio pequeno ou evento local: o diferencial nem sempre está em fazer algo maior, às vezes está em contratar, ou revelar, quem já sabe contar aquilo de um jeito que prende. É investimento em pessoa, não em produção.
Fontes: GCMais (08/09/2024 e 07/09/2025), O POVO (14/09/2022) e Diário do Nordeste. Imagens: GCMais, URB News, Diário do Nordeste e O POVO. Publicado como reel em @marketingamesorg.
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