Cultura e tendências
A internet decidiu que já tinha saudade de 2016
Bottle Flip, Mannequin Challenge, Pokémon Go: tudo voltou ao feed em menos de 3 semanas, e o algoritmo entregou essa nostalgia mais rápido que qualquer agência de mídia.
25 de julho de 2026
Começou com um post no Reddit em dezembro. Virou febre em TikTok, Instagram, Facebook e YouTube em menos de 3 semanas. Bottle Flip, Mannequin Challenge, Pokémon Go, o filtro de cachorro do Snapchat: tudo de volta ao feed, junto com a playlist.
"Lush Life", hit de 2016 da Zara Larsson, voltou a entrar em parada internacional, 10 anos depois de ter saído.
O algoritmo aprendeu a entregar essa saudade mais rápido do que qualquer agência de mídia conseguiria planejar uma campanha de nostalgia.
Por que isso importa pra quem faz marketing
O ciclo descrito, do post no fórum à febre em três semanas, mostra a inversão que já é regra: a tendência é detectada pelo algoritmo antes de qualquer planejamento de mídia. Nenhuma agência consegue criar uma campanha de nostalgia na velocidade em que a plataforma identifica e distribui uma que já está acontecendo.
O que dá pra fazer é estar em posição de aproveitar. Isso significa monitorar o que sobe no seu nicho, ter formato leve de produção e autonomia pra publicar no mesmo dia. Marca que precisa de três aprovações chega quando o assunto já virou passado.
O risco é entrar em tendência que não tem relação com a marca. Participar de tudo dilui identidade e gera conteúdo que rende visualização e nenhuma associação, que é o pior negócio possível: custo de produção sem construção de nada.
Fonte: tendência viral 2026, via @marketingamesorg.
Curioso pra ver esse tipo de padrão escondido? O Cluster faz isso todo dia, só que com termo de marketing em vez de tendência de internet. 16 termos, 4 grupos escondidos, explicação no fim. Sem cadastro.
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