Os patrocinadores oficiais da Copa 2026 investiram US$ 2,8 bilhões, com retorno médio estimado de 22x sobre esse valor, segundo a Adweek. Só que "médio" esconde histórias bem diferentes marca a marca.
Coca-Cola e Visa acertaram a mão: a Coca-Cola cresceu 5% em volume no trimestre, o maior salto em 17 anos; a Visa faturou 14% a mais, com transações em cidade-sede subindo até 20% e turismo internacional até 40%. Duas marcas que amarraram a Copa a comportamento real de consumo, não só exposição de logo.
McDonald's e Adidas não converteram igual. O McDonald's cresceu só 1,3% em vendas comparáveis (vinha de 3,8% no ano anterior), e a ação da Adidas caiu 19% no dia do balanço, mesmo gastando 30% a mais em marketing e vestindo 14 seleções. Como resumiu o CEO do McDonald's: "É difícil se destacar quando tem tanta mensagem competindo ao mesmo tempo."